Após as minhas desgraças provocadas por falta de força nas pernas ou por falta de atenção ao pavimento exterior o melhor que me podia ter acontecido é dar de caras com a mesma pergunta:
“-ai coitada, o que te aconteceu? Estás de muletas?
Lá está, voltamos a jogar ao óbvio… “O que me aconteceu? Défice de atenção ou então vontade de alegrar o dia dos tipos que frequentam o café à porta de minha casa… como gosto de animar o pessoal atirei-me para o chão e fiquei à espera do sorrisinho na cara dos transeuntes” Em relação ao estar de muletas acho que é obvio não é? É a mesma coisa que ir a um restaurante à 13h e ter um empregado a perguntar se vamos almoçar….
Portanto fica o relatório:
Estou de muletas, não… não é grave… apenas um entorse e orgulho ferido… no final da semana estou pronta para outra… Até porque o fim-de-semana passado não foi de acordo com o que o médico receitou… deveria ter sido calmo, devia ter ficado quieta sem esforçar muito o pé… mas a verdade é, desde quando é que eu faço exactamente aquilo que me mandam?!
