segunda-feira, agosto 27

Tu... Tu desiludiste-me

Há alguma tendência para as pessoas arranjarem justificações quando as coisas não correm como seria suposto. Cheguei mesmo à conclusão que as pessoas mudam opiniões/reacções quando a situação é ou não com elas. Todos somos tolerantes quando as coisas nos dizem respeito a nós, gostamos que toda a gente se “ponha no nosso lugar” mas no que diz respeito a usar os sapatos de outras pessoas, toda a gente torce o nariz. “Ah e tal, nem imaginas o que tive de suportar, nunca me passou pela cabeça ter que lidar com uma situação destas, devias ter visto o que é que fulano X ou Y lhe fez, como podes imaginar isso deixa uma pessoa em baixo”. Claro que deixa, mas quando a situação foi a mesma e o senhor era a besta que estava a massacrar a humanidade não pensou que no “isso deixa uma pessoa em baixo”.

Cada vez me enerva mais a dualidade com que as pessoas tratam as situações, é o simples e puro olhar para o próprio umbigo e fazer tudo por tudo para que as suas necessidades sejam satisfeitas em primeiro lugar. O pior de tudo é ter que engolir em seco, em bom de não criar situações estranhas, para que tudo corra lindamente. A verdade é que com estas brincadeiras dignas do 3º ciclo se perdem muitos laços, e não digo que se perdem durante um mês, um ano, perdem-se para um vida… Há coisas que não se esquecem, nem mesmo quando a memória é curta, principalmente quando nos aparecem das formas mais estranhas e das pessoas que menos esperamos…

Tu... tu desiludiste-me

sexta-feira, agosto 24

quinta-feira, agosto 23

Cartão de Identificação

Tinha que partilhar com o resto da humanidade:
Finalmente recebi o cartão da V! Qual o motivo de tanta alegria?
Pois é, o cartonéti vai fazer com que eu possa aceder às areas de trabalho, abrir portas, entrar no edificio e, melhor ainda, no parque de estacionamento sem ter que chatear ninguem...
Pois é, depois de uma semana a fazer telefonemas para os coleguinhas e a chatea-los até mais não, vou conseguir entrar e sair sem ter que atormentar ninguem!
Há coisas fantásticas, não há?
(aproveitar a capacidade criativa da magnifica concorrência, ahahah)

Cambada de energúmenos

Cheguei a uma conclusão quase bíblica, das duas umas ou eu sou muito, mas muito estranha, ou então tenho uma falta de sensibilidade extrema para lidar com o sexo oposto. Ou então é uma terceira conclusão, um misto das duas primeiras (cheira-me que é mais isto).

Pronto, já sabemos que grande parte do “machedo” (em honra à querida princesa Helluah) tem graves problemas de coordenação entre a massa cinzenta e a boca. A verdade é que não se está à espera de ouvir determinadas coisas em pleno dia, coisas daqueles que fariam o mais ordinário dos ordinários ficar corado, e seguir em frente sem ficar perturbada.
O que me leva a outro pensamento, de que raio de diarreia cerebral sofrem estes tipos para entender que a abordagem à “homem das obras” não funciona, que não os faz mais sexy’s e que não é decididamente um turn on?! É que a sério, depois deste tempo todo (e digo tempo todo porque o nível atingido por tais espécimes revelava alguma “experiência de vida”) ainda não entenderam, ou ninguém ainda lhes explicou que, se a ideia é de conseguir recriar um diálogo não poderiam escolher pior aproximação. Porque realmente, alguém que utiliza uma aproximação do género “Que lindas pernas, a que horas abrem?” entre outras, só pode estar à espera de um par de estalos muito bem enfiados ou uma resposta ainda pior.

Enfim, uma pessoa sujeita-se a apanhar com estas anormalidades na rua… onde estão os “homens de antigamente”, aqueles de que a minha avó falava, lindos, educados, simpáticos, bons ouvintes com a boa agravante de uma ou outra característica mais picante?

quarta-feira, agosto 22

Solta o Frango - Dedicado às meninas!

a gente somos linda
a gente somos inteligente
a gente somos o trio mais foda
a gente somos delinqüente
alegria da moçada, da perua à favelada
nosso som é fantasia pra mamãe vovó titia

rolê, rolê, rolê
solta o frango e vem com a gente

nóis é tipo bem jesus
todo mundo a gente ama
inda mais se for gatinho
rola até levar pra cama

a gente topa tudo
sapatão a bigodudo
na hora do piriri
cai ni mim ô travesti

a gente somos linda
a gente somos inteligente
antes de dar o edi
eu jurava que era crente
alegria da moçada, da perua à favelada
nosso som é fantasia pra mamãe mamãe titia

Flutuo

Flutuo, consigo deslindar o meu gosto sem esforço, o balanço é o que a maré me dá e eu não contesto. O meu destino está fora de mim e eu aceito, sou eu despida de medos e culpas, confesso… Hoje eu vou fingir que não vou voltar, despeço-me do que mais quero, só para não te ouvir dizer que as coisas vão mudar amanhã. Amanhã, pensar nisso sempre me dá mais jeito, fazer de mim pretérito mais que perfeito, só para não me ouvir dizer que as coisas vão mudar amanhã…
Lyric by Susana Felix

terça-feira, agosto 21

Médicos, gosto tanto de vocês - Parte III

Pois é minha gente, hoje foi o dia de receber os resultados das análises e exames médicos. Devo informar que aqui a je está completamente saudavél. Não faço parte do 5 milhões de portugueses com colesterol elevado, dos 2 milhões com problemas de rins e restantes estatisticas de fatalidades que pelos vistos a nossa raça sofre.
Sim senhora, estou pronta para mais disparates e mais comida muito (às vezes pouco) saudavel! ;)